


1- Matar um ser em processo de formação original no ventre materno é indesculpável.
2- A interrupção da vida humana em quaisquer de seus processos; seja na origem da formação, no desenvolvimento e má formação (aborto eugenésico) é contrária ao princípio criador de todas as coisas que é Deus.
3- A interrupção da formação da vida no ventre materno é contrária a onisciência e onipotência divina.
4- A ação humana de interrupção da vida no interior do ventre materno obedece aos seus próprios raciocínios, sensações, sentimentos e valores. Sendo assim, é uma ação relativa e de conseqüências diversas. Portanto, contra a vontade absoluta de Deus que é pela vida.
5- A vida humana (o bebê) em sua origem da formação é impossibilitada de fazer a defesa de si mesmo. O que torna a prática do aborto uma covardia.
6- Os modernos avanços da medicina praticamente eliminam o caso extremo que obrigava a escolher entre a vida da mãe ou a vida do filho.
7- As “recomendações” mais ou menos médico da fraca saúde da mãe e da tensão que uma gravidez representa para os seus nervos não justifica o aborto.
8- O aborto não é método contraceptivo, nem método de controle demográfico.
9- A prática e condições do aborto, em maior parte clandestina concorrem para os altos índices de mortalidade materna.
10- A saúde reprodutiva da mulher sofre prejuízo em função do ideário em defesa e a própria prática do aborto, a saber: as altas taxas de câncer de mama, abortos de repetição, disfunções sexuais entre outras conseqüências na sua saúde física e mental.
11- A culpa da mulher que aborta leva-a, muitas vezes, a um suicídio moral, destruindo a sua própria consciência, o sentido dos valores, desfeminizando-se e desumanizando-se a si mesma.
12- A banalização da vida, do direito de viver e de nascer são motivações dos abortistas. Sendo, todavia, injustificável o aborto por tais motivos.
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