A vereadora Eliza Virgínia (PSDB) foi a entrevistada, na manhã desta terça-feira (27), do Jornal da Câmara (JC). Na entrevista, a parlamentar defendeu campanha contra uma portaria da Presidência da República que inclui o aborto por razões médicas e legais na Tabela de Procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS). A parlamentar ainda defendeu a “família natural”. O JC é exibido ao vivo pelo canal 23 da Net e 52 sinal aberto, em três transmissões semanais, às terças, quartas e quintas-feiras, sempre a partir das 9h.
“Quanto vale a vida de uma criança que agora recebe valor dentro desta tabela do SUS? É uma verdadeira oficialização do aborto em nosso país, em hospitais que serão obrigados a realizar esse procedimento. Agora não será mais necessário apresentar o Boletim de Ocorrência (BO) e nem provas do estupro. De repente, uma mulher casada que engravidar e estiver com raiva do marido vai poder chegar no hospital e pedir o aborto alegando que não houve sexo consensual. Essa coisa de sexo não consentido é muito grave, abre brechas absurdas para se praticar o aborto no país. As feministas defendem que a mulher é dona do próprio corpo. Seu corpo é seu corpo, o feto não é seu corpo, depende dele para sobreviver mas não é seu corpo”, defendeu a vereadora.
“Quanto vale a vida de uma criança que agora recebe valor dentro desta tabela do SUS? É uma verdadeira oficialização do aborto em nosso país, em hospitais que serão obrigados a realizar esse procedimento. Agora não será mais necessário apresentar o Boletim de Ocorrência (BO) e nem provas do estupro. De repente, uma mulher casada que engravidar e estiver com raiva do marido vai poder chegar no hospital e pedir o aborto alegando que não houve sexo consensual. Essa coisa de sexo não consentido é muito grave, abre brechas absurdas para se praticar o aborto no país. As feministas defendem que a mulher é dona do próprio corpo. Seu corpo é seu corpo, o feto não é seu corpo, depende dele para sobreviver mas não é seu corpo”, defendeu a vereadora.
A parlamentar fez questão de afirmar que tem convicção de que o aborto não dever ser admitido sob nenhuma condição. “As mulheres em risco de vida devem ter fé em Deus, pois tudo será feito para livrá-la da morte, e as que foram estupradas receberão todo o apoio do Estado, que ajudará com ações psicossociais para superar o trauma. E se mais tarde ela quiser dar o filho à adoção, que o faça, mas não podemos dispor da vida de uma criança. Estamos em campanha contra essa portaria, as bancadas federais católica e evangélica do Congresso Nacional estão unidas para derrubá-la”, afirmou.
Parlamentar se posiciona em defesa da família natural
A vereadora Eliza Virgínia também defendeu a família convencional ou natural, alegando que, no início do governo do ex-presidente Lula, houve implantação de programas para acabar com a “heteronormatividade”, com campanhas nas mídias e nas escolas com exemplos de novos formatos de família. “Para onde iremos com a tentativa de destruir a família normal? Já vemos a desconstrução da família natural de forma aberta e explícita. Soube que, em São Paulo, diversas escolas estão querendo retirar do calendário a comemoração do Dia das Mães”, comentou a vereadora.
Eliza Virgínia ainda falou que foi surpreendida com a veiculação, em horário nobre, de uma campanha patrocinada pelo Movimento do Espírito Lilás (MEL) da cidade de João Pessoa, em que, no final do comercial, dois homens se beijam.
“No começo, a propaganda nos lembra as campanhas de margarina que assistíamos antigamente, com todas as características da família natural, mas, neste caso, quem espera o homem no quarto é o esposo. No final, acontece um beijo entre eles. Isso está passando nos intervalos de toda a programação da nossa televisão. Dizem que não deve ser censurado porque é natural. Pode ser natural para eles, mas não podemos permitir o proselitismo. Precisamos defender a família natural”, justificou a parlamentar.
Fonte: Damião Rodrigues - CMJP
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